Diário de Bordo - dia 1
Infelizmente, hoje foi meu primeiro dia de Bienal, apesar de o evento já ter começado há 5 dias...
Mas participei de dois bate-papos que já valeram a feira.
O primeiro 'Café Literário' (onde ofereceram cafezinho e pão de queijo!!) foi com a professora gaúcha Regina Ziberman, mediado pela jornalista Marleth Silva (Gazeta do Povo), e abordou o tema da formação dos nossos pequenos leitores.
O principal ponto levantado foi a sobrecarga e despreparo dos professores para assumirem (mais) esta tarefa. O fato dos pais estarem transferindo responsabilidades demais para a escola, já é discussão antiga. Que nossos professores são subrremunerados e sobrecarregados, já nem se discute.
Por outro lado, nem sempre os próprios pais estão preparados para conduzir os filhos para desbravar o mundo da literatura, ora por falta de interesse, ora porque também tiveram essa iniciação falha. Às vezes até se consideram sem preparo para tal desafio.
Na minha opinião, só o fato de ler ser uma 'obrigação escolar' já é suficiente para detonar qualquer esperança de formação de um futuro leitor.
Ler é algo que deveria ser tão prazeroso e natural quanto brincar. E será que qualquer pai ou mãe já se perguntou como iria ensinar (ou incentivar) os filhos a brincarem? Pois é.
A gente senta no chão e brinca. Fácil assim. Como devemos sentar e ler para eles, ou espalhar livros pela casa, na mesma proporção que brinquedos. Sem que seja, nunca, uma obrigação.
Só para cutucar cada pai ou mãe (ou tio, padrinho, avó ou prima querida) a refletir se temos feito o bastante para que nossos rebentos possam um dia experimentar a deliciosa sensação de mergulhar num livro e esquecer do mundo!
beijo,
dany
PS - o segundo bate-papo, com o escritor Miguel Sanches Neto, fica para o próximo post
Mostrando postagens com marcador Sobre filhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sobre filhos. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Você se enquadra?
No livro 'Eu era uma ótima mãe até ter filhos', de Trisha Ashworth e Amy Nobile, as autoras colocaram vários testes entre os capítulos, pedindo para os leitores marcarem as afirmações nas quais se reconhecem.
Já na abertura, o título do questionário é 'Isto tem a ver com você?'.
Com certeza, muitas de nós já nos sentimos assim:
E entre outras, chegaram a essas conclusões:
beijo,
dany
Já na abertura, o título do questionário é 'Isto tem a ver com você?'.
Com certeza, muitas de nós já nos sentimos assim:
- sente que sua cabeça vai explodir se tiver que encarar mais uma rodada do Jogo do Mico?
- teme a pergunta: 'O que você fez o dia inteiro?'
- acha que ler antes de dormir é um luxo?
E entre outras, chegaram a essas conclusões:
- como mães, nos cobramos demais
- temos uma imagem irreal do que é ser uma 'boa mãe'
- pensamos que precisamos ser perfeitas o tempo todo
beijo,
dany
Postado por
Dany Gomes
às
16:41
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Mea culpa!!
Eu sei que estou em falta com vocês.
Comecei a falar de alguns livros, prometi mais comentários sobre eles, e nada...
Como já devem saber, publiquei um outro blog, em parceria com minha filhota, e a aventura tem tomado mais tempo que eu imaginava.
Mas tem sido muito bom!
Primeiro porque temos passado mais tempo juntas, e nos divertimos muito.
Depois, porque ela teve sérios problemas de saúde esse ano, teve que parar o colégio, e precisava urgentemente de uma atividade.
Ela é super ligada em moda, e está empolgada com a nossa iniciativa.
E já começamos a vender!!
Só agora consegui fazer funcionar a inscrição por email do outro blog, portanto, se gostaram, deixem lá o seu endereço, que todos os dias a gente publica uma oferta.
www.alojinhadanola.blogspot.com
E sobre os livros, antes de voltar a falar da 'Mãe Minuto' e 'Eu era uma ótima mãe até ter filhos', vou contar para vocês que comecei a ler um livro chamado 'O Clube do Filme', de David Gilmour.
Conta a história de um pai que, vendo o filho adolescente completamente desestimulado para estudar, propõe a ele que largue a escola, desde que assista três filmes (escolhidos pelo pai) por semana com ele. E o resultado das sessões parece ter sido maravilhoso.
Em época de gripe A e férias forçadas, achei que podia tirar algum proveito, já que meu adolescente 'odeia escola'.
Estou bem no começo mas já gostei.
A iniciativa contada no livro é realmente ousada, mas acredito que existem coisas que ensinam muito mais que a educação tradicional, como uma viagem em família, por exemplo.
Vou tentar seguir a idéia dos filmes para aproveitar o tempo ocioso das 'férias' do meu pequeno, e se eu achar que vale a pena, conto para vocês!
Por enquanto, fica a sugestão do livro.
beijo,
dany
Comecei a falar de alguns livros, prometi mais comentários sobre eles, e nada...
Como já devem saber, publiquei um outro blog, em parceria com minha filhota, e a aventura tem tomado mais tempo que eu imaginava.
Mas tem sido muito bom!
Primeiro porque temos passado mais tempo juntas, e nos divertimos muito.
Depois, porque ela teve sérios problemas de saúde esse ano, teve que parar o colégio, e precisava urgentemente de uma atividade.
Ela é super ligada em moda, e está empolgada com a nossa iniciativa.
E já começamos a vender!!
Só agora consegui fazer funcionar a inscrição por email do outro blog, portanto, se gostaram, deixem lá o seu endereço, que todos os dias a gente publica uma oferta.
www.alojinhadanola.blogspot.com
E sobre os livros, antes de voltar a falar da 'Mãe Minuto' e 'Eu era uma ótima mãe até ter filhos', vou contar para vocês que comecei a ler um livro chamado 'O Clube do Filme', de David Gilmour.
Conta a história de um pai que, vendo o filho adolescente completamente desestimulado para estudar, propõe a ele que largue a escola, desde que assista três filmes (escolhidos pelo pai) por semana com ele. E o resultado das sessões parece ter sido maravilhoso.
Em época de gripe A e férias forçadas, achei que podia tirar algum proveito, já que meu adolescente 'odeia escola'.
Estou bem no começo mas já gostei.
A iniciativa contada no livro é realmente ousada, mas acredito que existem coisas que ensinam muito mais que a educação tradicional, como uma viagem em família, por exemplo.
Vou tentar seguir a idéia dos filmes para aproveitar o tempo ocioso das 'férias' do meu pequeno, e se eu achar que vale a pena, conto para vocês!
Por enquanto, fica a sugestão do livro.
beijo,
dany
Postado por
Dany Gomes
às
18:48
terça-feira, 28 de julho de 2009
Gripe Suína x Gripe Normal
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Tudo Passa
Depois da FLIP, alonguei minha estada em Paraty para digerir tudo o que tinha ouvido nas palestras e colocar no papel impressões, idéias e planos futuros. Depois fui visitar duas de minhas amigas-irmãs e seus respectivos maridos-amigos. Olhar para fora do próprio jardim - lembrar que existe vida além da maternidade, rir, chorar, e recarregar baterias - foi essencial
Cheguei em casa finalmente na terça-feira, dia 14, e apesar da saudade, confesso estar em estado de choque com o frio curitibano e com a volta à realidade.
Lembrei então de uma história contada na FLIP sobre um rei que certo dia encomendou a um sábio um objeto. Este deveria fazê-lo alegre sempre que ele estivesse triste, e deixá-lo triste sempre que estivesse alegre demais. Depois de algum tempo o sábio lhe trouxe um anel com os dizeres 'Tudo passa'.
E este tem sido meu lema.
Na maternidade, isso cai como uma luva, não?
Preciso falar mais alguma coisa?
beijo,
dany
Cheguei em casa finalmente na terça-feira, dia 14, e apesar da saudade, confesso estar em estado de choque com o frio curitibano e com a volta à realidade.
Lembrei então de uma história contada na FLIP sobre um rei que certo dia encomendou a um sábio um objeto. Este deveria fazê-lo alegre sempre que ele estivesse triste, e deixá-lo triste sempre que estivesse alegre demais. Depois de algum tempo o sábio lhe trouxe um anel com os dizeres 'Tudo passa'.
E este tem sido meu lema.
Na maternidade, isso cai como uma luva, não?
Preciso falar mais alguma coisa?
beijo,
dany
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Mãe é mãe, paca é paca!
Acho que podemos rodar o mundo que veremos a mesma situação.
Na dor e na doença, o filho quer o colo da mãe, a mãe quer estar ao lado do filho.
Acabei de saber que o carinha que vive me dizendo que sou uma chata, que vai fugir de casa ou morar num internato, está com 39 de febre. Na casa da minha mãe, para quem já passei todas as orientações, nomes e telefones de médicos de todos os escalões, sei que está muito, super bem cuidado. Mas isso não evita que o coração esteja apertado e dividido.
Aguardando notícias, vou tentar ignorar a culpa gralhando no meu ouvido direito, e tirar proveito do evento.
Já perdi a primeira palestra, e sei que não adianta ficar longe sem estar nem lá nem aqui.
Mas mãe é mãe, e paca é paca!
bj
dany
Na dor e na doença, o filho quer o colo da mãe, a mãe quer estar ao lado do filho.
Acabei de saber que o carinha que vive me dizendo que sou uma chata, que vai fugir de casa ou morar num internato, está com 39 de febre. Na casa da minha mãe, para quem já passei todas as orientações, nomes e telefones de médicos de todos os escalões, sei que está muito, super bem cuidado. Mas isso não evita que o coração esteja apertado e dividido.
Aguardando notícias, vou tentar ignorar a culpa gralhando no meu ouvido direito, e tirar proveito do evento.
Já perdi a primeira palestra, e sei que não adianta ficar longe sem estar nem lá nem aqui.
Mas mãe é mãe, e paca é paca!
bj
dany
quinta-feira, 19 de março de 2009
Qual a sua ocupação?
Sempre é um tormento para mim preencher a 'profissão' ou 'ocupação' em qualquer formulário.
Às vezes coloco publicitária, que é a minha formação. Às vezes levo na brincadeira e coloco turista, ou levo à sério e coloco MÃE! De qualquer forma, não deixa de me incomodar, principalmente num país tão preconceituoso a ponto de nomear nossa atividade como 'do lar'. Ou dona-de-casa. Tem termo mais feio?
Resolvi fazer uma pesquisa sobre o assunto, e num questionário de uma empresa aérea encontrei 70 opções de profissão em que me reconheci. De nutricionista a enfermeira, chefe de pessoal, analista de salários, pedagoga, entre outras tantas, até a colorista, compositora, fotógrafa, etc. Afinal, fazemos tudo isso, não? Que mãe já não passou horas colorindo revistas e desenhos? Ou inventando histórias e músicas na hora de dormir? A lista ainda tem afiador de ferramentas, fabricante de instrumentos musicais, e outras tantas que aplicadas ao nosso cotidiano viram piada. Mas tirando as brincadeiras, mesmo uma mãe que não realize trabalhos domésticos (como limpar, lavar, cozinhar) acumula pelo menos 40 funções. Em qualquer outro lugar em que ela desenvolvesse qualquer UMA dessas atividades, seria remunerada, certo? Então será que realmente temos que nos sentir culpadas por "NÃO TRABALHAR"?
Às vezes coloco publicitária, que é a minha formação. Às vezes levo na brincadeira e coloco turista, ou levo à sério e coloco MÃE! De qualquer forma, não deixa de me incomodar, principalmente num país tão preconceituoso a ponto de nomear nossa atividade como 'do lar'. Ou dona-de-casa. Tem termo mais feio?
Resolvi fazer uma pesquisa sobre o assunto, e num questionário de uma empresa aérea encontrei 70 opções de profissão em que me reconheci. De nutricionista a enfermeira, chefe de pessoal, analista de salários, pedagoga, entre outras tantas, até a colorista, compositora, fotógrafa, etc. Afinal, fazemos tudo isso, não? Que mãe já não passou horas colorindo revistas e desenhos? Ou inventando histórias e músicas na hora de dormir? A lista ainda tem afiador de ferramentas, fabricante de instrumentos musicais, e outras tantas que aplicadas ao nosso cotidiano viram piada. Mas tirando as brincadeiras, mesmo uma mãe que não realize trabalhos domésticos (como limpar, lavar, cozinhar) acumula pelo menos 40 funções. Em qualquer outro lugar em que ela desenvolvesse qualquer UMA dessas atividades, seria remunerada, certo? Então será que realmente temos que nos sentir culpadas por "NÃO TRABALHAR"?
Só para provocar
Será que se as mães fossem remuneradas, as mulheres continuariam a se sentir culpadas por não trabalharem fora de casa?
beijinho,
dany
beijinho,
dany
segunda-feira, 16 de março de 2009
Ser Mãe: Até quando?
Na postagem anterior o André fez um comentário interessante e tocou num ponto bastante delicado. Até quando ficar em casa com os filhos. A primeira pergunta que temos que nos fazer é se queremos voltar a trabalhar e/ou investir em outra carreira. Se um trabalhador pode se aposentar por tempo de serviço (uma professora, por exemplo, se aposenta com 25 anos de profissão), essa opção também deveria estar à disposição das mães e donas de casa. Principalmente se considerarmos que nossa jornada é de 24 horas por dia, sem remuneração ou férias, e com acúmulo de várias funções. Outra ponto delicado é determinar em que momento o trabalho da criação de um filho está 'terminado'. Segundo uma pesquisa publicada no livro "Vida de Equilibrista - Dores e Delícias da Mãe que Trabalha", de Cecília Russo Troiano, 59% das mães entrevistadas declararam que o período mais difícil de conciliar a dupla jornada é o primeiro ano do bebê. 18% acharam que é do 1o ao 2o ano, e essa porcentagem vai decrescendo. Mas para surpresa de muitos, volta aos 11% a partir dos onze anos. Então, quando você acha que eles estão bem grandinhos e está na hora de começar a pensar em você, chega o período mais critico, que é a entrada na adolescência, exigindo acompanhamento contínuo. Além disso, as mães em tempo integral da nossa geração provavelmente serão as avós disponíveis para os nossos filhos, que estarão correndo atrás 'da máquina' daqui a alguns anos.
Isso não quer dizer que a mãe deve se anular como pessoa. Trabalhando fora ou ficando em casa, acho que devemos manter atividades só nossas. Físicas, de lazer, culturais, e de aprimoramento profissional. E tendo vontade e condições, podemos retomar as nossas atividades aos poucos ou até descobrir novos caminhos. Afinal, uma mulher que passou 10, 20 anos cuidando de uma casa e da família, tem capacidade e experiência para atividades de administração, gerenciamento de pessoal, relações públicas, treinamento, entre tantas outras. Só precisamos acreditar em nosso potencial.
Isso não quer dizer que a mãe deve se anular como pessoa. Trabalhando fora ou ficando em casa, acho que devemos manter atividades só nossas. Físicas, de lazer, culturais, e de aprimoramento profissional. E tendo vontade e condições, podemos retomar as nossas atividades aos poucos ou até descobrir novos caminhos. Afinal, uma mulher que passou 10, 20 anos cuidando de uma casa e da família, tem capacidade e experiência para atividades de administração, gerenciamento de pessoal, relações públicas, treinamento, entre tantas outras. Só precisamos acreditar em nosso potencial.
domingo, 15 de março de 2009
Mãe em tempo integral
Quando minha filha nasceu, em 1994, eu trabalhava durante período integral com o coordenadora em uma associação cultural. Era algo que eu gostava muito, e que me trazia um bom retorno financeiro.
Mas a chegada dela fez com que eu reavaliasse minha vida.
Trabalhar fora de casa, naquele momento, me parecia algo insano. O que poderia ser mais importante do que criar minha filha e acompanhar cada progresso seu?
Descobri que PARA MIM, não fazia sentido sair para realizar qualquer outra coisa.
Aquela era a minha tarefa, e seria a minha realização.
Em maio ela completa 15 anos. Tenho outros dois filhos, passei bastante tempo só com eles, já trabalhei fora, já trabalhei em casa; passei por situações difíceis e por momentos maravilhosos, mas a minha prioridade sempre foram as crianças, e nunca questionei a minha escolha.
Na busca pela igualdade de direitos, autonomia nas decisões, independência financeira, acho que nós, mulheres, perdemos um pouco nosso rumo.
Ao invés de sermos reconhecidas e remuneradas pelo papel que já desempenhávamos, ou de lutar por uma troca, por uma divisão de papéis, saímos em busca de mais responsabilidades, criando expectativas insanas que nos trouxeram frustração e culpa. Qual o preço que estamos pagando por essa emancipação?
Às mães que escolhem não trabalhar, resta a imagem da mulher incapaz, incompetente, acomodada e antiquada.
Respeito a opção de todas as mães que trabalham, mas quero ser respeitada também.
Acho que é o momento de refletirmos e ajustarmos essas medidas, entendendo que cada pessoa é livre para decidir o que é melhor para si e para o funcionamento da sua família, e principalmente, atribuindo o real valor ao papel da mãe, que por tanto tempo foi considerado inferior e obrigatório.
E vocês, como se sentem em relação a isso?
Um abraço,
Dany
Mas a chegada dela fez com que eu reavaliasse minha vida.
Trabalhar fora de casa, naquele momento, me parecia algo insano. O que poderia ser mais importante do que criar minha filha e acompanhar cada progresso seu?
Descobri que PARA MIM, não fazia sentido sair para realizar qualquer outra coisa.
Aquela era a minha tarefa, e seria a minha realização.
Em maio ela completa 15 anos. Tenho outros dois filhos, passei bastante tempo só com eles, já trabalhei fora, já trabalhei em casa; passei por situações difíceis e por momentos maravilhosos, mas a minha prioridade sempre foram as crianças, e nunca questionei a minha escolha.
Na busca pela igualdade de direitos, autonomia nas decisões, independência financeira, acho que nós, mulheres, perdemos um pouco nosso rumo.
Ao invés de sermos reconhecidas e remuneradas pelo papel que já desempenhávamos, ou de lutar por uma troca, por uma divisão de papéis, saímos em busca de mais responsabilidades, criando expectativas insanas que nos trouxeram frustração e culpa. Qual o preço que estamos pagando por essa emancipação?
Às mães que escolhem não trabalhar, resta a imagem da mulher incapaz, incompetente, acomodada e antiquada.
Respeito a opção de todas as mães que trabalham, mas quero ser respeitada também.
Acho que é o momento de refletirmos e ajustarmos essas medidas, entendendo que cada pessoa é livre para decidir o que é melhor para si e para o funcionamento da sua família, e principalmente, atribuindo o real valor ao papel da mãe, que por tanto tempo foi considerado inferior e obrigatório.
E vocês, como se sentem em relação a isso?
Um abraço,
Dany
Profissão: Mãe!
Um blog para trocar idéias sobre a maternidade nos dias de hoje.
As semelhanças e diferenças entre cada mãe. As dificuldades e os avanços que a modernidade trouxe a cada família.
Espero poder falar um pouco da minha experiência com três filhos, e ouvir o que vocês têm a dizer.
Sejam bem vinda(o)s,
Dany
As semelhanças e diferenças entre cada mãe. As dificuldades e os avanços que a modernidade trouxe a cada família.
Espero poder falar um pouco da minha experiência com três filhos, e ouvir o que vocês têm a dizer.
Sejam bem vinda(o)s,
Dany
Assinar:
Postagens (Atom)

