Acontece amanhã, dia 16/9, às 19h o show Cantos Negreiros, com Marcelino Freire (foto) e a cantora Fabiana Cozza .
Será na na Biblioteca Alceu Amoroso Lima (Av Henrique Schaumann, 777) e tem entrada gratuita!
um beijo,
dany
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Frase ditas, citadas ou lembradas na Bienal
"A atividade humana mais perigosa que existe é viver."
Miguel Sousa Tavares
"Espero que quando a inspiração chegar, me encontre acordado".
Pablo Picasso
"Ser livre e ser feliz são as coisas mais importantes. Ambas dificílimas"
(?)
"Viver é um privilégio extraordinário"
Miguel Sousa Tavares
"O mundo é tão desesperador, que qualquer pessoa que consiga dar uma forma a isso é uma pessoa que interessa."
(?)
"De longe só se veem as montanhas."
Roberto da Matta
"A palavra escrita é minha perdição."
Carlos Heitor Cony
"O que está dentro das minhas possiblidades hoje, o que eu posso fazer sem depender de ninguém, é morrer. É o que eu planejo fazer."
Carlos Heitor Cony
"Viver, aprender a viver, é dificílimo. Quando se está chegando a alguma conclusão, a gente morre"
Marina Colasanti
"O homem feliz não faz arte. Trata de viver".
Miguel Sousa Tavares
"O brasileiro não dirige. A gente duela."
Roberto da Matta
"A criatividade precisa do ócio para acontecer"
André Vianco
"Eu escrevo para me vingar. Me vingar de uma saudade. De um fora que eu levei (...)
Marcelino Freire
E a melhor de todos os tempos, na minha opinião:
"O Brasil não é para principiantes!"
Tom Jobim
Postado por
Dany Gomes
às
20:52
domingo, 20 de setembro de 2009
Sábado na Bienal
Resolvi ir de táxi, queria estar lá cedo para participar já do primeiro encontro que seria ao meio-dia. Gastei R$ 50,00 na corrida para descobrir, assim que cheguei no Riocentro, que as senhas para o Café Literário estavam esgotadas! Fiquei numa fila esperando a chance de entrar e me lembrei do fatídico dia em que Curitiba me envergonhou ao ignorar Raimundo Carrero (leia aqui). O carioca, que tem fama de só gostar de praia, lotou o café e fez fila para ouvir os autores. Os curitibanos estavam mais interessados no lanchinho da tarde...
Depois de reclamar com as moças da porta, pressionar e fazer cara feia, consegui não só entrar como me sentei numa mesa, onde uma bola de sorvete de creme e uma coca-cola me refrescaram.
Não conhecia os escritores e tive a grata surpresa de ouvir o André Vianco - um autor nacional que já conta histórias de vampiros muito antes que a Stephenie Meyer. Ele é um sucesso entre adolescentes e com certeza irei a procura dos livros dele - com uma remota esperança que meu caçula se encante e comece a se interessar por literatura.
Depois do primeiro bate-papo peguei a senha para o próximo café, dei uma rápida olhada na lojinha de souvenirs e entrei na fila para garantir um bom lugar. Assim que entrei finquei minha bolsa numa mesa bem na frente e fui agraciada com a companhia de uma jovem jornalista carioca, com quem fiquei trocando ideias até o início do evento. Deste Café Literário participaram Marcelino Freire (Contos Negreiros), Carola Saavedra (Toda Terça, Flores Azuis), e Ivana Arruda (Eu te darei o Céu, Hotel Novo Mundo).
Terminada essa palestra fui negociar com as recepcionistas (sem sucesso) a minha permanência no café até às 22h. Na porta, a mãe do Felipe Pena, mediador da mesa recém terminada, tentava entrar para comer uma sobremesa. Enquanto o Felipe dizia à mãe que não deixariam, eu me meti na conversa e disse que era óbvio que ela podia entrar. A sra. Pena achou que eu era da organização e entrou me agradecendo, enquanto a recepcionista me olhava atônita e eu avisava que estava indo buscar a minha senha e voltaria em meio minuto. Antes mesmo de alguém protestar, já me instalei no café, ignorando a fila que já se formava lá fora, e pedi um sanduíche Siciliano e uma garrafa de cabernet-sauvignon...
Depois de reclamar com as moças da porta, pressionar e fazer cara feia, consegui não só entrar como me sentei numa mesa, onde uma bola de sorvete de creme e uma coca-cola me refrescaram.
Não conhecia os escritores e tive a grata surpresa de ouvir o André Vianco - um autor nacional que já conta histórias de vampiros muito antes que a Stephenie Meyer. Ele é um sucesso entre adolescentes e com certeza irei a procura dos livros dele - com uma remota esperança que meu caçula se encante e comece a se interessar por literatura.
Depois do primeiro bate-papo peguei a senha para o próximo café, dei uma rápida olhada na lojinha de souvenirs e entrei na fila para garantir um bom lugar. Assim que entrei finquei minha bolsa numa mesa bem na frente e fui agraciada com a companhia de uma jovem jornalista carioca, com quem fiquei trocando ideias até o início do evento. Deste Café Literário participaram Marcelino Freire (Contos Negreiros), Carola Saavedra (Toda Terça, Flores Azuis), e Ivana Arruda (Eu te darei o Céu, Hotel Novo Mundo).
Terminada essa palestra fui negociar com as recepcionistas (sem sucesso) a minha permanência no café até às 22h. Na porta, a mãe do Felipe Pena, mediador da mesa recém terminada, tentava entrar para comer uma sobremesa. Enquanto o Felipe dizia à mãe que não deixariam, eu me meti na conversa e disse que era óbvio que ela podia entrar. A sra. Pena achou que eu era da organização e entrou me agradecendo, enquanto a recepcionista me olhava atônita e eu avisava que estava indo buscar a minha senha e voltaria em meio minuto. Antes mesmo de alguém protestar, já me instalei no café, ignorando a fila que já se formava lá fora, e pedi um sanduíche Siciliano e uma garrafa de cabernet-sauvignon...
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